Há um espaço seguro esperando por você — onde sua história tem vez, sua dor tem nome e você tem permissão de existir do jeito que é.
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"Muitas mulheres chegam até mim carregando anos de silêncio, culpa e autocobrança. O primeiro passo é simplesmente se permitir ser ouvida." — Mídian Sayuri, Psicóloga
Você se identifica?
Tantas mulheres vivem achando que o que sentem é "frescura", que precisam ser fortes, que não têm direito de descansar. Isso não é verdade.
Coração acelerado sem motivo aparente, mente cheia mesmo quando o dia acabou, dificuldade de dormir por não conseguir desligar os pensamentos.
Sensação de que algo está errado mas você não sabe o quê. Um cansaço que não passa nem depois de dormir. Alegria que parece distante.
Olhar no espelho com crítica, comparar-se o tempo todo, sentir que nunca é suficiente — boa o bastante, magra o bastante, produtiva o bastante.
Ciclos repetitivos de decepção amorosa, dificuldade em colocar limites, medo do abandono, apego excessivo ou distanciamento emocional.
Chorar sem saber por quê. Ou não conseguir chorar mesmo quando a dor aperta. Explosões emocionais que te assustam.
Ser a "forte" da família, do trabalho, do relacionamento — sem que ninguém pergunte como você está. Exaustão emocional que vira física.
Situações antigas que voltam em sonhos, flashbacks ou comportamentos automáticos. Feridas de infância que moldaram quem você acredita ser.
Sempre priorizando os outros e se esquecendo de si. Culpa quando tenta colocar seus próprios limites. Medo de decepcionar quem você ama.
Separações, perdas, maternidade, menopausa, mudanças de carreira — momentos que sacudem sua identidade e deixam você sem chão.
Espaço criado para você
A mulher que está no limiteQue chega a um ponto em que não aguenta mais, mas ainda não sabe o que mudar.
A mulher que parece bem por foraQue conquista tudo mas sente um vazio que ninguém ao redor percebe.
A mulher que nunca foi ouvidaQue cresceu precisando ser forte, que aprendeu a engolir a dor e sorrir mesmo assim.
A mulher em transiçãoQue está passando por mudanças e precisa se reencontrar no meio do caos.
A mulher que quer se conhecerQue sente que há camadas dela mesma que nunca foram exploradas e quer entender sua própria história.
"A terapia não é o lugar onde você vai aprender a ser forte.
É o lugar onde você aprende que já é."
O caminho
Cada processo é único — assim como você. Mas há um ritmo que orienta nosso trabalho juntas.
Uma conversa inicial pelo WhatsApp para entender o que você está vivendo e alinhar como posso te ajudar.
Nossa primeira sessão é um espaço seguro para você se apresentar — sem julgamento, sem pressa, no seu ritmo.
Com base na Psicanálise, exploramos sua história, seus padrões e os significados que moldaram quem você é hoje.
Seguimos juntas, no seu tempo, revisitando o que surge e construindo novos modos de se compreender ao longo do caminho.
Sou psicóloga clínica orientada pela Psicanálise, e minha escolha de trabalhar especificamente com mulheres não é por acaso — é uma escolha política, afetiva e profissional. Acredito que mulheres carregam camadas de dor que muitas vezes nem elas mesmas conseguem nomear.
Meu trabalho é criar um espaço onde você possa finalmente se ouvir. Onde sua história tenha vez, seus conflitos façam sentido e você encontre os significados que estão por trás dos seus padrões de sentir, pensar e se relacionar.
Não ofereço respostas prontas — ofereço escuta genuína e um método que acredita na sua capacidade de se transformar.
O primeiro passo é o mais importante
Agendar uma sessão não é fraqueza. É o ato mais corajoso de cuidado consigo mesma que você pode ter hoje.